Com o clima fresco e agradável o pedal foi tranquilo até chegarmos na rua Anita Garibaldi em frente a loja Pedal na Trilha onde um rapaz com uma jaqueta ultrapassou todo o grupo... já que estávamos querendo esquentar não havia momento mais propício do que este, pé na tábua e em fila indiana todos atrás do tal "rapaz da jaqueta". O cara parecia que tinha tomado dois litros de RedBull pois sozinho com a sua magrela estava botando a cara no vento e puxando a turma toda em 35km/h, por pouco tempo é claro (risos). Chegou a hora de ligar o turbo, quando pensamos ter despistado o rapaz lá estava ele nos ultrapassando novamente, “persistência” é a palavra chave e para a nossa sorte uma subida de morro logo a frente o que nos deixou em vantagem, ao passá-lo o Elvise fez questão de parabenizá-lo pelo feito, dai em diante fomos em revezamento até o final da Minas Gerais onde chegamos a estrada de chão.
Com ritmo reduzido até a rodovia do arroz, após mais alguns quilômetros de correria chegamos ao Bar Canarinho mas sem paradas pois ainda estava cedo para a cerveja. Seguimos pela Estrada Blumenau onde o *freio da bike do Fernando quebrou (comprar peças baratas é isso que acontece) a sorte que não estava descendo a serra Dona Francisca senão iria ter de gastar o chinelo no pneu para frear.
*Freio - Acessório de segurança, deve ser de boa qualidade para não comprometer a saúde e integridade física do ciclista.
Durante o percurso de chão o Moa ficou reclamando que poderíamos voltar pelo asfalto da Rodovia do Arroz que segue paralela a Estrada Blumenau, mas como o trajeto não era asfalto continuamos pelo chão (mudar o trajeto durante o percurso é contra a regra).
Na Estrada Anaburgo o grupo se desprendeu, alguns ficaram mais a frente e outros mais atrás sempre em ritmo tranqüilo, chegando a Estrada da lha e retornando para casa o Willian tomou a liderança do pelotão e resolveu dar um tirinho curto aumentando um pouco a velocidade 35KM/h, durante os primeiros 4 quilômetros da estrada da ilha o pessoal foi junto até iniciar a quebra do pelotão.
Seguindo em direção ao novo shopping um fato inusitado ocorreu pois o Franki seguiu na contra mão e alguns bikers foram atrás passando por uma via de pedestres em obras que tinham faixas de obras cruzadas por todo lado, o Jean por sua vez sentiu-se chegando em uma reta final de uma corrida em primeiro colocado e foi arrebentando as faixas (sem querer é claro.. risos).
Houve um desentendimento no inicio da rua Blumenau pois alguns queriam parar no Bar do Mestre para tomar uma gelada e outros queriam parar no dogão da Renault para tomar coca (que é mais saudável !!!) durante essa confusão o Moa desapareceu sem deixar vestígios. Decidimos parar no dogão mesmo para matar a cede e comer um lanche acebolado pousando para a foto em frente a Casas da Água mesmo sem o Moa (ou com ele?).
Pedal ficou em 24,3KM/h de média rodando 55KM...